Estamos acostumados a todo final de ano nos deparamos com a figura carismática e, ao mesmo tempo enigmática do “bom velhinho” o Papai Noel. É ele, no imaginário infantil, e pasme no imaginário de muitos adultos, o responsável pela distribuição de presentes na noite de natal; em caso de bom comportamento daqueles que almejam os sonhados presentes. A figura do homem de barba e cabelos brancos, com roupa vermelha, cingido por um cinturão preto, carregando nas costas um imenso saco, também vermelho, recheado de presentes tornou-se um ícone das festas natalinas; muitas pessoas possuem em suas casas os mais diversos tipos de “papais noéis”, mas nenhuma referência ao verdadeiro e único sentido do natal. No Natal não se celebra os presentes que iremos receber do bom velhinho e sim o maior de todos os presentes já recebidos pela humanidade: o nascimento de Jesus Cristo. Jesus é o aniversariante, é o seu aniversário que celebramos, o seu nascimento da virgem Maria na cidadezinha de Belém, mais propriamente num estábulo, simbolizando a pobreza (humildade) do verdadeiro e único Rei. É fato que os Reis, vindo do oriente, o adoraram bem como dispuseram presentes (incenso, ouro e mirra) aos seus pés como sinal de boas vindas ao filho de Deus, assim o primeiro presente quem deve receber é o Senhor Jesus: quem sabe podemos dar-lhe o nosso coração na noite de Natal como único presente que o próprio Senhor anseia.

Quanto ao papai Noel, quero continuar falando desse que parece ser mais não é. Isso mesmo existiu um homem que, ao contrário do que todos pensam, não estava preocupado simplesmente em distribuir presentes, antes de tudo o seu desejo era pela vivência prática da solidariedade, do amor gratuito, do bem dos outros, o nome dele é S. Nicolau. São Nicolau nasceu na Turquia no século III, morrendo no dia 06 de Dezembro de 342, considerado como o santo protetor das crianças, marinheiros e prisioneiros, tinha por habito oferecer presentes aos mais pobres. Tinha como lema: "Até agora eu pude viver para mim mesmo e para a salvação da minha alma, mas daqui em diante todo o momento da minha vida deve ser dedicado aos outros."Assim o fez, dedicou toda a sua vida aos outros, aos mais necessitados. Como a sua fama de dar presentes as crianças se espalhou? Tendo o conhecimento que três pobres moças não tinham os dotes para o casamento e o pai as indicara o caminho da prostituição, pela janela da casa Nicolau jogou três bolsas com o dinheiro suficiente para os dotes das jovens.

Era conhecido por levar presentes às crianças no mês de Dezembro, mais do que presentes S. Nicolau nos deixou como presente o bom odor de Cristo na humanidade e é esse exemplo que devemos seguir e acreditar.

Feliz e Santo Natal a todos.

São Nicolau, rogai por nós

Luiz Santana
Fundador da Comunidade Passio Domini

 

 

Home | Subir Página

Associação Passio Domini 2008-2009 © Todos os direitos reservados