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Nasceu em Roca Sales, no dia 17 de abril de
1940, filho de Clemente João Braido e Celestina
Vignatti Braido. Ingressou no Seminário São
Carlos, em Guaporé-RS, dos Missionários de São
Carlos (Scalabrinianos), em 1952, onde fez os
primeiros estudos e noviciado, em 1958, e a
primeira profissão religiosa em 1959. Cursou
Filosofia no Seminário Maior João XXIII, em São
Paulo- SP. Obteve a licença em Teologia na
Faculdade "Nossa Senhora da Assunção" em São
Paulo. Ordenado sacerdote em 22 de fevereiro de
1970, em Guaporé, foi destinado ao Seminário
Maior João XXIII em São Paulo, onde trabalhou
como formador, professor de Filosofia e
Sociologia. Colaborou na fundação do Centro de
Estudos Migratórios assumindo posteriormente, o
cargo de diretor. De 1975 a 1978, foi
responsável por uma comunidade pastoral na
periferia da cidade de São Paulo. De 1976 a
1979, foi Conselheiro Provincial dos Padres
Carlsitas. De 1978 a 1985, foi assessor da
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil -
CNBB, onde trabalhou na Pastoral da Mobilidade
Humana, no Setor de Pastoral Social na linha 6;
foi Coordenador da Campanha da Fraternidade e
Subsecretário Geral de 1983 a 1985. Em 1985, foi
nomeado Superior Provincial da Província de São
Paulo, dos Missionários de São Carlos. Em 1986,
foi eleito Conselheiro e Vigário Geral da
Congregação, permanecendo em Roma até 1992. De
1986 a 1989, foi membro do Pontifício Conselho
"Cor Unum". Regressando ao Brasil, foi
colaborador na Igreja Santo Antonio, da Praça
Patriarca, em São Paulo, durante o ano de 1993.
Em janeiro de 1994, assumiu o Noviciado
Inter-Provincial da Congregação, com sede em
Sarandi-RS, como Mestre de Noviços. Eleito Bispo
Coadjutor, com direito à sucessão, por João
Paulo II em 22 de fevereiro de 1995, é ordenado
Bispo em Serafina Correa-RS, no dia 30 de abril
de 1995. Sua posse ocorreu na cidade de
Santos-SP, no dia 25 de maio de 1995. Iniciou o
governo diocesano no dia 26 de julho de 2000,
com a renúncia de Dom David Picão.

Brasão de Armas Destaques
Jesus Cristo, luz do mundo e Bom Pastor, nos
símbolos do sol e do cajado; Maria, Mãe de Jesus
e Mãe da Igreja, através da letra "M" que
sobressai no centro da vela branca; a Diocese de
Santos, através dos símbolos do mar e da
barquinha; o carisma escalabriniano, através da
mesma barca (que trouxe os imigrantes e hoje
traz os marinheiros e pescadores), e da
expressão "Humilitas" (humildade), que é o lema
da Congrega ç ã o. No mar agitado do tempo
atual, a humilde barquinha da Igreja (como
também de nossa vida) avança, movida pela for ç
a do Espírito Santo (o vento que enfuna a vela),
à luz do Evangelho de Jesus Cristo e sob a
proteção carinhosa de Maria. Lema: " Alegres na
Esperança", tirado da carta de S ã o Paulo aos
Romanos (12,12), p õ e em realce a comunidade
dos cristãos vivendo a alegria que lhes advém do
horizonte maior da Esperança: "Sede alegres na
esperança, pacientes na tribulação e
perseverantes na oração "
Fonte: site –
diocesedesantos.com.br
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