Neste mês de maio comemoramos com muita alegria o dia das mães, é um mês especial, mais doce e cheio de ternura, pois nos leva ainda mais num ato de carinho nos aproximar e dedicar o nosso amor e nossa gratidão para aquela que nos deu a vida, que cuidou de nós: NOSSA MÃE.

Mas existe aquela a quem depositamos a intercessão e consagramos a nossa vida, nossa família, nosso trabalho, nossa vocação, nossas dificuldades, ela que é a mãe de todas as mães, ela que é a mãe do AMOR, ela que é medianeira de todas as graças, seu nome é MARIA.

O sim de Maria foi uma das maiores graças que já aconteceu na história da humanidade, pois seu resultado foi toda a história de nossa salvação.


 Maria tornou-se privilegiada do Espírito Santo, foi escolhida para ser mãe do filho de Deus, nosso Salvador.

Maria não é somente a mãe de Jesus, mas também nossa mãe, o Senhor nos últimos momentos de vida terrena estando crucificado na cruz, olha para sua mãe e a entrega aos cuidados de João (seu discípulo) e naquele momento Ele a entregava como mãe de toda a humanidade – “...VENDO SUA MÃE E, PERTO DELA, O DISCÍPULO A QUEM AMAVA, DISSE A À SUA MÃE: MULHER, EIS AI O TEU FILHO! DEPOIS DISSE AO DISCÍPULO: EIS AÍ A TUA MÃE! E A PARTIR DESSA HORA, O DISCÍPULO A RECEBEU EM SUA CASA.” (Jo 19, 25-27), neste momento Jesus proclama a maternidade espiritual de Maria, a nova Eva, sobre os fiéis representados na pessoa do discípulo amado. O Senhor não nos deixou órfãos Ele confiou a nós a maternidade de sua mãe.

Maria é delicadeza, ternura, renúncia, disponibilidade, força, coragem, amor, e paz. É prestativa, jovial, orante, dinâmica, ativa, contemplativa... Ela é carinho, alegria de viver, serviço, e nos aponta o caminho. Uma pessoa simples de coração, aberta aos outros, mãe, encantadora pelas suas atitudes, próxima, amável, bendita... Tudo o que é bom, desejável, admirável o encontramos nela.  Em Maria vemos o rosto de todas as mulheres do mundo. Da mulher que sofre e trabalha, da esposa, da viúva, da jovem cheia de ideais, da mulher abandonada, preocupada, aflita, da mãe de um excepcional, da mãe de um condenado, da mãe de um desprezado, da mãe pobre que põe toda sua esperança em Deus, da mãe adotiva, da mãe de um seqüestrado, da mãe de um filho drogado, da mãe orgulhosa do filho, e tantas outras mães.

A carne de Jesus é a carne de Maria, o sangue do Cristo é o sangue de Maria, o Senhor tornou-se corpo no corpo de Maria. Na menina de Nazaré toda a humanidade encontrou reconciliação com Deus. Jesus Cristo nos salvou com preço do seu próprio sangue, porém, com total participação e “sociedade” com a Virgem Maria, pois ela por excelência é sócia da Paixão do Senhor.

 

“Quem encontra a Virgem Maria, encontra a Vida” (S. Luiz Monfort)

NOSSA SENHORA MÃE DE TODAS AS MÃES, 

ROGAI POR NÓS!!!! 

Ana Paula S. Rocha – COMUNIDADE PASSIO DOMINI
Núcleo Formativo

 

 

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